domingo, 8 de dezembro de 2013

video para deficiente visual

 

VÍDEO DESCRIÇÃO DE "OS TRÊS PORQUINHOS"

 
 
 
 


O vídeo descritivo é um instrumento de informação para que a pessoa com deficiência visual tenha a oportunidade de participar efetivamente de uma atividade social. Com o vídeo descritivo, a pessoa torna-se parte integrante, conseguindo perceber, mesmo que abstratamente, tudo o que acontece na história contada.
É uma atividade pedagogicamente aconselhada, para que o aluno com deficiência visual sinta-se parte integrante da aula, participando ativamente dela.







terça-feira, 15 de outubro de 2013

JOGO PARA POTENCIALIZAR A MEMÓRIA DA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN








Brinquedos e brincadeiras

Segundo o geneticista Zan Mustacchi*, não existem brinquedos estimulantes, mas pessoas capazes de estimular o desenvolvimento de crianças por meio de brincadeiras. "Uma caixa de papelão pode ser um ótimo brinquedo, desde que o adulto saiba criar uma interação divertida com ela", afirma. Assim, os brinquedos mais indicados a crianças com síndrome de Down são aqueles que despertam a atenção e a curiosidade dela. Também vale prestar atenção na faixa etária recomendada de cada brinquedo, informação presente na embalagem. 

* Zan Mustacchi é geneticista e pediatra, diretor do Centro de Estudos e Pesquisas Clínicas de São Paulo (CEPEC-SP).

De acordo com o texto O Aluno com Deficiência Intelectual: Funcionamento cognitivo e estratégias de avaliação, dos autores Jean- Robert Poulin, Rita Vieira de Figueiredo, Adriana Leite Limaverde Gomes, pode-se perceber que ela tem dificuldade de processamento de memória,

A causa pode ser tanto de natureza estrutural como na ausência de utilização de estratégias cognitivas de reagrupamento ou de repetição interna que dificulta o processamento da memória a curto prazo. As dificuldades manifestadas pelos alunos com deficiência intelectual quanto ao uso da memória de curto prazo, podem explicar, por exemplo, algumas dificuldades de aprendizagem que eles manifestam [...] (FIGUEIREDO, POULIN, GOMES, 2010, p. 83).

No AEE, uma das estratégias utilizadas pelo professor que pode potencializar o uso da memória é o jogo da Memória. 


Descrição: confeccionar um jogo da memória temático a partir de pares de figuras iguais que representem o mesmo objeto (pode ser produzido com desenhos,  fotografias, figuras de jornal ou revista), sempre com palavras presentes no campo semântico que está sendo trabalhado (por ex. objetos de higiene, material escolar, animais da fauna brasileira entre outros). Pode-se colar a figura em pedaços recortados de papelão ou de embalagens pack, aproveitando para ensinar a
reutilização do lixo que nós mesmos produzimos.

Utilização: Depois que as crianças confeccionarem vários pares, abre-se a roda para jogar o jogo da memória, sempre narrando os objetos a fim de estimular a imitação e a repetição oral por parte das crianças.



sábado, 14 de setembro de 2013

TA: Inclusão social




TECNOLOGIA ASSISTIVA: UMA FORMA DE INCLUSÃO SOCIAL

Há tempos a visão histórica de que a escola é um ambiente para um grupo privilegiado mudou. Práticas educacionais democráticas, formação de cidadania e um olhar humanitário constituem hoje o ambiente escolar. Dentre essas práticas, a inclusão escolar vem afirmar um direito, por muitos clamados, de um lugar igualmente conquistado por todos, sem que haja nenhum tipo de discriminação. A Política Nacional de Educação Especial vem concretizar esse direito, através da Portaria nº 555/2007, prorrogada pela Portaria nº 948/2007. De acordo com o referido documento, “A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva tem como objetivo o acesso, a participação e a aprendizagem dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação nas escolas regulares [...]” (BRASIL, 2007). Após essa conquista, muitas escolas receberam alunos com necessidade educacional especializada, o que mudou toda a perspectiva desse ambiente. Algumas exigências passaram a ser obrigatórias, como: adequação arquitetônica para mobilidade, aquisição de material didático diferenciado, capacitação de profissionais para atendimento educacional especializado (AEE), salas de recursos multifuncionais e recursos de tecnologia assistiva. Conforme o que rege a Portaria nº 948/2007,

Os sistemas de ensino devem organizar as condições de acesso aos espaços, aos recursos pedagógicos e à comunicação que favoreçam a promoção da aprendizagem e a valorização das diferenças, de forma a atender as necessidades educacionais de todos os alunos. A acessibilidade deve ser assegurada mediante a eliminação de barreiras arquitetônicas, urbanísticas, na edificação – incluindo instalações, equipamentos e mobiliários – e nos transportes escolares, bem como as barreiras nas comunicações e informações.(BRASIL, 2007)

Sendo assim, é notório que o objetivo desses requisitos é eliminar as barreiras encontradas pelos estudantes especiais para uma efetiva inclusão social.
São crescentes as matrículas de alunos com necessidade de atendimento especial nas escolas públicas brasileiras. Estes alunos, além de ter o direito da garantia à frequência em sala de aula comum, têm também o direito de ser atendidos no  Atendimento Educacional Especializado. O AEE visa a uma intervenção para auxiliar na formação do aluno, em direção à busca de uma autonomia e independência não apenas dentro do ambiente escolar, mas na sociedade como um todo. Esse atendimento é feito em contraturno, por professores capacitados, na sala de recursos multifuncionais. Segundo  observa as autoras Geisa Letícia Bock e Rita Bersch,

Junto ao aluno, o professor do AEE experimentará várias alternativas de estratégias e recursos para que as barreiras ao aprendizado sejam rompidas e será o próprio aluno que colaborará de maneira definitiva para a escolha do recursos apropriado à sua necessidade. (BOCK;BERSCH, 2008)

            Os recursos apropriados são obtidos por meio de tecnologia assistiva (TA), que são equipamentos especialmente desenvolvidas para auxiliar na superação de obstáculos encontradas pelos alunos. Com o apoio da TA, o aluno é capaz de ampliar habilidades dificultadas pelas deficiências. Vale destacar que Tecnologia Assistiva (TA) é um termo ainda novo que vem sendo revisado nos últimos anos, devido à abrangência e importância desta área para a garantia da inclusão da pessoa com deficiência. Segundo o Comitê de Ajudas Técnicas da Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora com Deficiência (CORDE)1, “a abrangência do conceito garante que TA não se restringe somente a recursos em sala de aula, mas estende-se a todos os ambientes da escola, propiciando o acesso e a participação efetiva de todos os alunos e durante todo o tempo”. Certamente, a TA também poderá ser usada em sala de aula comum, assim como em casa e em qualquer ambiente que seja necessário. Conforme as palavras de Lauand e Mendes (2008),

Estes recursos têm contribuído com um expressivo desenvolvimento nas áreas de reabilitação e Educação Especial, possibilitando melhor qualidade de vida aos seus usuários, ao restaurar, habilitar ou desenvolver capacidades, assim como, desenvolver novas tecnologias, novos produtos e serviços especializados (p. 126).

          A Tecnologia assistiva é constituída por uma gama de recursos, cada qual com a função de auxiliar em diferentes habilidades. Tomam-se, como alguns exemplos, os recursos eletrônicos ou não, que possibilitam a comunicação alternativa, expressiva e receptiva das pessoas sem a fala ou com limitações da mesma: pranchas de comunicação com os símbolos PCS ou Bliss, além de vocalizadores (pranchas com produção de voz) ou o computador com softwares específicos. Para a acessibilidade ao computador existem recursos,  como os equipamentos de entrada e saída (síntese de voz, Braille), auxílios alternativos de acesso (ponteiras de cabeça por luz), teclados modificados por colmeias, acionadores, softwares específicos que tornam possível o acesso ao computador. Também há os projetos arquitetônicos para acessibilidade que se referem a adaptações estruturais e reformas, visando à retirada ou redução de barreiras que facilitem a locomoção da pessoa com deficiência, como, por exemplo, a construção de rampas, elevadores, adaptação em banheiros. As órteses e próteses  relacionam-se à troca ou ajuste de partes do corpo que faltam ou de funcionamento comprometido por membros artificiais ou outros recursos ortopédicos, a exemplo de talas, apoios. Envolvem-se também os protéticos que ajudam nos déficits cognitivos (gravadores de fita magnética ou digital que funcionam como lembretes instantâneos). Há também os mobiliário e equipamentos modificados e/ou adaptados, como mesas e cadeiras.
Por fim, fazer uso dos recursos de TA é dar àqueles que necessitam uma oportunidade de reinventar, experimentar, construir novas possibilidades a caminho de uma autonomia e independência em relação a sociedade. Como         diz       Bersch (2006)

O que se considera importante é que todos possam ter as mesmas oportunidades de vivenciar experiências e acessar informações para então, individualmente, construir conhecimentos no tema abordado, de acordo com suas experiências pessoais e habilidades e que façam isto juntos, como é próprio do ambiente escolar inclusivo. (p.93)

       Portanto, profissionais, alunos, familiares e todos os envolvidos devem saber a notável relevância que a tecnologia assistiva tem na vida de uma pessoa com deficiência, para que ela sinta que, apesar de haver alguma diferença, suas condições de inserção social poderão ser iguais às de outras pessoas, ditas normais.

REFERÊNCIAS

BRASIL, Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, Documento elaborado pelo Grupo de Trabalho nomeado pela Portaria Ministerial nº 555, de 5 de junho de 2007, prorrogada pela Portaria nº 948, de 09 de outubro de 2007.

BOCK, Geisa Letícia; BERSCH, Rita. O Atendimento Educacional Especializado na deficiência física: formação de redes e atribuições dos parceiros. Disponível em: <http://www.especialjr.com.br/aeedf.pdf>

BERSCH, R. Tecnologia Assistiva e Educação Inclusiva. in: Ministério da Educação. Ensaios Pedagógicos do III Seminário Nacional de Formação de Gestores e Educadores. SEESP, Brasília, 2006, páginas 89 a 93. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/rec_adaptados.pdf   Acesso em: 02 out. 2009


LAUAND, Gisele B. do Amaral, MENDES, Enicéia G. Fontes de . Informação sobre tecnologia assistiva para indivíduos com necessidades especiais. In: MENDES, Enicéia Gonçalves; ALMEIDA, Maria Amelia; HAYASHI, Maria Cristina P. I. (Orgs.). Temas em educação especial: conhecimentos para fundamentar a prática. Araraquara, SP: Junqueira &Marin Editores, 2008.

domingo, 18 de agosto de 2013

TA


O QUE É TECNOLOGIA ASSISTIVA (TA) ?




O termo Assistive Technology, traduzido no Brasil com Tecnologia Assitiva, foi criado em 1988 como importante elemento jurídico dentro da legislação norte-americana conhecida como Public Law 100-407 e foi renovado em 1998 como Assistive Technology Act de 1998 (P. L. 105-394, S.24320). Trata-se de recursos e serviços, os quais contribuem para ampliar ou simplesmente proporcionar as habilidades funcionais de pessoas com deficiência. O objetivo é promover uma
vida independente e a  inclusão social desse ser.
Os profissionais que trabalham com a Tecnologia Assistiva são responsáveis pela avaliação do usuário, por meio de pesquisas, entrevistas e todo tipo de coleta de informações possíveis sobre o aluno. Com base nas informações, o profissional deverá estudar o caso e fazer: a seleção do recurso apropriado; o ensino sobre a utilização do equipamento e a sugestão de implementação nos diferentes ambientes como a casa, a escola, a comunidade e o local de trabalho.
A utilização de TA é de característica multidisciplinar e envolve professores, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, entre outras áreas.
Um exemplo de TA é a colmeia para teclado:

COLMEIA PARA TECLADO
OF5

A colmeia é uma placa que pode ser confeccionada de papelão, metal, Eva ou acrílico transparente, colocada sobre o teclado do computador, na qual são feitos furos coincidentes às teclas, isolando-as fisicamente.  A função dos furos é facilitar o acesso do usuário ao teclado sem que ele pressione todas as teclas ao mesmo tempo.
Este recurso pode ser utilizado em salas de recursos múltiplos ou mesmo na casa da pessoa com deficiência, principalmente, aqueles que têm dificuldades de coordenação motora ou dificuldades para localizar as teclas que pretendem usar.
A colmeia protege o teclado de movimentação involuntária, facilitando o uso de maneira coordenada.
OUTROS EXEMPLOS DE RECURSOS DE TA:



ENGROSSADOR DE LÁPIS FEITO COM EVA

 

ADAPTADOR PARA LÁPIS (ÓRTESE) FEITA COM ARAME MALEÁVEL, ENCONTRADO EM DEPÓSITO DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO.

 

TESOURA ADAPTADA TAMBÉM FEITA COM ARAME MALEÁVEL



ENGROSSADORES DE MATERIAIS DIVERSOS FEITOS COM ESPUMAS


 


SUPORTE DE MADEIRA PARA APONTADOR
  
 
ENGROSSADOR DE LÁPIS COM BOMBINHA PARA RETIRA LEITE MATERNO






sábado, 3 de agosto de 2013

IMPORTÂNCIA DO PAPEL DO PROFESSOR, ESTUDO DE CASO E CONTRIBUIÇÃO DO PLANO PARA O ALUNO DE AEE


A IMPORTÂNCIA DO PAPEL DO PROFESSOR, ESTUDO DE CASO E A CONTRIBUIÇÃO DO PLANO PARA O ALUNO DE AEE


Conforme o artigo 2º da resolução nº 4, de 2  de outubro de 2009, o AEE tem como função complementar ou suplementar a formação do aluno por meio da disponibilização de serviços, recursos de acessibilidade e estratégias que eliminem as  barreiras causadas por algum tipo de deficiência e garante sua plena participação na sociedade e desenvolvimento da aprendizagem. Sendo assim, o papel do professor do AEE na escola em que atua, bem como na sala de recursos multifuncionais é essencial, pois ele é o principal assessor para assegurar o cumprimento deste artigo. O professor de  AEE deve auxiliar na elaboração do plano pedagógico que inclua o atendimento educacional especializado e executá-lo; articular meios que possibilite a plena formação do aluno; organizar o tipo e o número de atendimentos aos alunos na sala de recursos multifuncionais e utilizar estes recursos, fazendo valer o objetivo de cada um. É necessário que o professor conheça o aluno, suas limitações, suas potencialidades e necessidades, para tanto deve ser elaborado um estudo de caso dos alunos atendidos, o qual facilitará o desenvolvimento e as estratégias do seu trabalho.
O estudo de caso é de extrema importância para desenvolvimento do trabalho e para a construção de novos conhecimentos. Com base nas informações obtidas, por meio de pesquisas e entrevistas, o professor terá ciência do motivo pelo qual o aluno foi encaminhado à sala de AEE e identifica o tipo de problema, de acordo com o diagnóstico de um especialista da saúde. Após identificar a origem da necessidade de atendimento especial,  o professor criará possibilidades para solucionar ou amenizar as dificuldades do aluno, explorando suas potencialidades e auxiliando na superação de suas dificuldades. Havendo eficácia no estudo de caso, o professor será capaz de elaborar um plano do AEE para desenvolver o trabalho com seus alunos.

O Plano do AEE é uma contribuição primordial para o desenvolvimento intelectual, cognitivo e social do aluno. É nele que o professor cria um roteiro contendo todas as informações: pessoais,  história de vida, convivência com familiares, colegas e profissionais da escola, o parecer da família sobre a vida escolar e expectativas sobre a aprendizagem do aluno. Também são colocadas informações da escola que frequenta, como adaptações, SRMs, material didático utilizado, dificuldades e facilidades. No Plano de AEE deve conter as ações e elaboração de estratégias a serem desenvolvidas com o aluno, após um sólido conhecimento sobre o mesmo para atender as suas necessidades, garantindo, assim, a inclusão, a permanência e a participação deste aluno na sociedade.

quarta-feira, 22 de maio de 2013


Roberta Garcia – Contagem – Escola Municipal Nilza de Lima Sales (Brumadinho)
Educação de qualidade

A  Educação a Distância vem ganhando, a cada ano, novos  espaços  na  educação brasileira e tem crescido numa alta velocidade. A possibilidade de obter um certificado de graduação ou pós­graduação, estudando em casa, ou em outro espaço que não seja a sala de aula convencional, sem a obrigatoriedade de aulas presenciais  diárias,  tem atraído um público cada  vez maior em diversas universidades, sejam públicas ou privadas. O crescente  número de alunos que atualmente ingressam no curso superior, nessa modalidade de ensino, baseia­se na nova  abordagem para  a  “sala de  aula”, aliada  ao uso de tecnologias  da informação e comunicação.
            O aluno tem um papel diferenciado,  pois assume uma  posição de  autonomia, de forma responsável, consciente, crítica e possui algumas características específicas, como estudar de  acordo com seu ritmo e  disponibilidade, o que pode, muitas vezes, causar um considerável número de desistência e evasão.  
         O  professor­tutor também tem sua postura modificada, já que este não é simplesmente o transmissor do conhecimento ao aluno,  e sim o mediador do conhecimento,  atuando como orientador, motivador e  incentivador do processo de aprendizagem,  que deve, juntamente com o aluno, vencer as  dificuldades  e  barreiras  provocadas pela distância. 
O  ambiente de  aprendizagem, sendo  virtual, deve  oferecer ferramentas  tecnológicas necessárias  à  constante  interlocução entre professor­aluno, como indicações de textos e sites, referentes aos temas a serem estudados, proporcionando  informações  necessárias  ao processo de  ensino­aprendizagem.
         Enfim, para se ter um Ensino a distância de qualidade devem-se integrar os três componentes essências citados acima: aluno, professor-tutor e ambiente de aprendizagem. É necessário ter a mente aberta para lidar com a tecnologia, para compartilhar experiências pessoais, trabalhos e  experiências educacionais; não se sentir prejudicado pela ausência de sinais auditivos ou visuais no processo de  comunicação;  ter automotivação e  autodisciplina;  ter responsabilidade  e liberdade de construir seu horário de estudos para resolver todas as questões propostas pelo curso com dedicação e prazer, por saber que desse Ensino a Distância sairão bons frutos para o seu futuro profissional e para a sua vida.



Resumo do texto: Política de educação inclusiva - Ministério da Educação


Roberta Garcia – Escola Municipal Nilza de Lima Sales/Brumadinho
Educação inclusiva

A educação inclusiva é uma pratica que tem como objetivo inserir no contexto social os indivíduos, respeitando singularidade e a diversidade. Visando ao atendimento de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação o MEC (Ministério da Educação e Cultura, juntamente com as Secretarias de Educação de todos os estados brasileiros, teve a iniciativa de criar programas de implantação de salas de recursos multifuncionais, Benefício da Prestação Continuada da Assistência Social, adequação de prédios para a acessibilidade e também o programa Educação inclusiva: Direito à Diversidade, que tem o propósito de dar formação para educadores voltados para este tipo de ensino.
A demanda de educação inclusiva, para alunos especiais, segundo o Censo, vem crescendo ao longo dos anos. Com as iniciativas do Governo e a prática humanista dos profissionais envolvidos o crescimento, a satisfação pessoal e a inserção social de todos será alcançada.



Assisti aos vídeos "Rafinha 2.0" e "Help Desk na Idade Média". O primeiro vídeo fala sobre gerações, chamadas 'gerações C', que nasceram no mundo da tecnologia e são totalmente incluídos na Era digital, apresenta todas as mídias tecnológicas e as formas de acesso. Essa geração não participa do mundo cibernético apenas como telespectador ou consumidor, uma vez que ajudam na construção desse mundo, criando blogs e vídeos para o youtube, participando de redes sociais, etc. O vídeo também fala da globalização e preocupação com o meio ambiente, assuntos muito difundidos na atualidade mundial. Enfim, o personagem Rafinha é um personagem comum em nossas vidas, principalmente para quem tem filhos e alunos adolescentes e lida com esse universo o tempo todo.
O segundo vídeo "Help Desk na Idade Média" retrata a evolução da tecnologia, em forma de comédia.Pensei na resistência que muitas pessoas encontram em usar os meios tecnológicos, por não conhecerem bem o instrumento. Acredito que temos que nos atualizar para acompanhar a geração que já nasceu com a tecnologia, pois lidamos com isso o tempo todo.