quarta-feira, 22 de maio de 2013


Roberta Garcia – Contagem – Escola Municipal Nilza de Lima Sales (Brumadinho)
Educação de qualidade

A  Educação a Distância vem ganhando, a cada ano, novos  espaços  na  educação brasileira e tem crescido numa alta velocidade. A possibilidade de obter um certificado de graduação ou pós­graduação, estudando em casa, ou em outro espaço que não seja a sala de aula convencional, sem a obrigatoriedade de aulas presenciais  diárias,  tem atraído um público cada  vez maior em diversas universidades, sejam públicas ou privadas. O crescente  número de alunos que atualmente ingressam no curso superior, nessa modalidade de ensino, baseia­se na nova  abordagem para  a  “sala de  aula”, aliada  ao uso de tecnologias  da informação e comunicação.
            O aluno tem um papel diferenciado,  pois assume uma  posição de  autonomia, de forma responsável, consciente, crítica e possui algumas características específicas, como estudar de  acordo com seu ritmo e  disponibilidade, o que pode, muitas vezes, causar um considerável número de desistência e evasão.  
         O  professor­tutor também tem sua postura modificada, já que este não é simplesmente o transmissor do conhecimento ao aluno,  e sim o mediador do conhecimento,  atuando como orientador, motivador e  incentivador do processo de aprendizagem,  que deve, juntamente com o aluno, vencer as  dificuldades  e  barreiras  provocadas pela distância. 
O  ambiente de  aprendizagem, sendo  virtual, deve  oferecer ferramentas  tecnológicas necessárias  à  constante  interlocução entre professor­aluno, como indicações de textos e sites, referentes aos temas a serem estudados, proporcionando  informações  necessárias  ao processo de  ensino­aprendizagem.
         Enfim, para se ter um Ensino a distância de qualidade devem-se integrar os três componentes essências citados acima: aluno, professor-tutor e ambiente de aprendizagem. É necessário ter a mente aberta para lidar com a tecnologia, para compartilhar experiências pessoais, trabalhos e  experiências educacionais; não se sentir prejudicado pela ausência de sinais auditivos ou visuais no processo de  comunicação;  ter automotivação e  autodisciplina;  ter responsabilidade  e liberdade de construir seu horário de estudos para resolver todas as questões propostas pelo curso com dedicação e prazer, por saber que desse Ensino a Distância sairão bons frutos para o seu futuro profissional e para a sua vida.



Resumo do texto: Política de educação inclusiva - Ministério da Educação


Roberta Garcia – Escola Municipal Nilza de Lima Sales/Brumadinho
Educação inclusiva

A educação inclusiva é uma pratica que tem como objetivo inserir no contexto social os indivíduos, respeitando singularidade e a diversidade. Visando ao atendimento de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação o MEC (Ministério da Educação e Cultura, juntamente com as Secretarias de Educação de todos os estados brasileiros, teve a iniciativa de criar programas de implantação de salas de recursos multifuncionais, Benefício da Prestação Continuada da Assistência Social, adequação de prédios para a acessibilidade e também o programa Educação inclusiva: Direito à Diversidade, que tem o propósito de dar formação para educadores voltados para este tipo de ensino.
A demanda de educação inclusiva, para alunos especiais, segundo o Censo, vem crescendo ao longo dos anos. Com as iniciativas do Governo e a prática humanista dos profissionais envolvidos o crescimento, a satisfação pessoal e a inserção social de todos será alcançada.



Assisti aos vídeos "Rafinha 2.0" e "Help Desk na Idade Média". O primeiro vídeo fala sobre gerações, chamadas 'gerações C', que nasceram no mundo da tecnologia e são totalmente incluídos na Era digital, apresenta todas as mídias tecnológicas e as formas de acesso. Essa geração não participa do mundo cibernético apenas como telespectador ou consumidor, uma vez que ajudam na construção desse mundo, criando blogs e vídeos para o youtube, participando de redes sociais, etc. O vídeo também fala da globalização e preocupação com o meio ambiente, assuntos muito difundidos na atualidade mundial. Enfim, o personagem Rafinha é um personagem comum em nossas vidas, principalmente para quem tem filhos e alunos adolescentes e lida com esse universo o tempo todo.
O segundo vídeo "Help Desk na Idade Média" retrata a evolução da tecnologia, em forma de comédia.Pensei na resistência que muitas pessoas encontram em usar os meios tecnológicos, por não conhecerem bem o instrumento. Acredito que temos que nos atualizar para acompanhar a geração que já nasceu com a tecnologia, pois lidamos com isso o tempo todo.